“Ela fala como uma matraca”… De onde vem isso?

por 4quatros

“Ela fala como uma matraca”… De onde vem isso?

Estava neste final de semana visitando o Palacete de Conde Sarzedas ( atual Museu do Tribunal de Justiça de São Paulo) e me deparei com uma curiosidade interessante.

No meio da seção sobre a revolução constitucionalista de 1932 estava uma matraca (ver foto). Conhecia a palavra da expressão “ela fala como uma matraca” mas não sabia da origem da palavra.  Aparentemente, esse termo se aplica a tudo que gera barulho através do impacto de dentes de uma catraca contra uma vara elástica. Existem instrumentos musicais e vários brinquedos artesanais que funcionam assim. Neste caso, as matracas são utilizadas para imitar o som de metralhadoras no campo de batalha. Soldados sabem que avançar sobre um posto protegido por uma metralhadora é quase suicídio e evitam o fazer. Os comandantes paulistas sabiam disso e se utilizavam de matracas para coibir ataques inimigos.

Qual é a relação entre a matemática e a tolerância religiosa?

por Marcos Magri

Qual é a relação entre a matemática e a tolerância religiosa?

Nos livros didáticos de matemática o aluno normalmente se depara com a explicação de um determinado tópico para depois encontrar cascatas de exercícios que o ajudarão a absorver aquele conteúdo.  Eventualmente encontramos também um quadrinho com uma rápida descrição da vida de uma pessoa responsável pelo desenvolvimento daquele tópico dentro do quadro geral da matemática. Já os livros de história, por mais que a natureza das duas disciplinas seja totalmente diferente, não diferem muito em termos de estrutura. Ao aluno é apresentado o nome do tópico, uma descrição das causas e consequências daquele evento e um panorama dos aspectos culturais, econômicos e políticos do palco daquele processo. A isso seguem também exercícios para ajudar o estudante a assimilar o conteúdo que será cobrado numa prova. Tudo parece orientado para que as crianças e os adolescentes adquiram um conhecimento cuja única funcionalidade é de permitir o acesso a uma Universidade, onde ele talvez adquira um ensino técnico que ignora reflexões sobre como o conhecimento se produz, sobre qual seria nosso papel no mundo ou sobre qual é o papel do ensino. Enfim, um ensino que não dá a mínima para a reflexão social nem para epistemológica (termo bonito para se referir ao campo de pesquisa que estuda a natureza do conhecimento).

Paulo Leminski: Perfil e Obra

por Marcos Magri

Paulo Leminski: Perfil e Obra

não discuto
com o destino

o que pintar
eu assino

Jogos que podem (ou não) melhorar seu desempenho em matemática

por Maira Kodama

Jogos que podem (ou não) melhorar seu desempenho em matemática

Não me levem a mal, não quero receber e-mail de pais reclamando que o filho disse que eu mandei ele parar de estudar e ficar jogando video game a tarde inteira. O potencial de aplicar habilidades e conhecimentos adquiridos em jogos depende, e muito, da capacidade de correlacionar e adaptar essas habilidades, o que não é absolutamente nada ordinário. Existe um caso de um estudante que passou em química orgânica na faculdade graças aos jogos de Pokemon (se seu inglês é bom, eu aconselho ler a matéria), mas asseguro que a habilidade da minha tia em lidar com números não melhorou nada com essa febre de sudoku.

Tesla, Edison e a energia elétrica

por Thiago Patto

Tesla, Edison e a energia elétrica

A eletricidade no final do século XIX e começo do século XX talvez fosse algo como é a informática nos dias de hoje. Havia um nítido desenvolvimento tecnológico, que se alastrava rapidamente pela sociedade. As primeiras usinas de produção de energia surgiam para iluminar cidades e alimentar indústrias. O mundo vivia a chamada Segunda Revolução Industrial.

E no meio desse turbilhão de acontecimentos, ocorreu um dos mais curiosos embates científicos e políticos da história. Estamos falando da disputa entre a corrente elétrica contínua e a corrente elétrica alternada, protagonizada pelos dois sujeitos que aparecem no título desse texto.

Ah! Esquemos que ele era negro…

por Gabriela Manduca

Ah! Esquemos que ele era negro…

Há algum tempo um comercial da Caixa Econômica Federal causou polêmica por retratar Machado de Assis como branco. A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) chegou a publicar uma nota em que considerava “lamentável” esse “deslize”.

O alarido foi tanto que a Caixa não somente suspendeu a veiculação da propaganda como também regravou o comercial de modo a expor Machado de Assis em toda a sua “mulatice”.

Augusto de Campos e a Poesia Concreta

por Juliana Di Fiori Pondian

Augusto de Campos e a Poesia Concreta

Se você conseguiu ler “Viva Vaia” na imagem acima: PARABÉNS! Se não, vamos lá:

Em toda a história das idas e vindas dos movimentos artísticos, sabe-se que há sempre um mesmo e constante movimento de “pergunta/resposta”, “negação/afirmação”, “integração/transgressão”. Um movimento começa quando surge um grupo que irá se colocar em conjunção com determinados valores estéticos contrários àqueles vigentes em sua época, a fim de negá-los ou transgredi-los.

O lado “biológico” de São Paulo

por Karol Lamarca

O lado “biológico” de São Paulo

Olá pessoal, esta é minha primeira postagem e quantas foram as dúvidas sobre o que escrever. O primeiro tinha que ser legal, chamar a atenção, atender às minhas expectativas e às de vocês, falar de Biologia… UFA! Quanta coisa… Decidi então falar sobre passeios interessantes, e ligados a Biologia, que São Paulo nos oferece. Optei por este tema para tentar despertar em vocês o gosto por essa disciplina tão vasta e presente em nossas vidas.

O Nariz de Cleópatra

por Lucas Chnaiderman

O Nariz de Cleópatra

Todo mundo já ouviu alguma vez o nome Cleópatra, a rainha do Egito, a mulher sedutora, a amante, ou aquela que a Elizabeth Taylor, com os olhos violeta, representa com tamanha beleza…

Cleópatra seduziu Júlio César, o general romano. Diz a lenda que em 47 A.C. quando César invadia o Egito, este não queria ver ninguém da família do faraó, da qual Cleópatra fazia parte. Acontece que a egípcia teria se esquivado e enrolado-se num tapete. O objeto foi dado a César e, espantado, o general viu Cleópatra sair de dentro do tapete direto para os seus braços.

Iracema glossariada e em vídeo para vocês!!

por Gabriel Guimarães

Iracema glossariada e em vídeo para vocês!!

Pessoas do vestibular,

Como todos nós sabemos da inexorável vontade que todos vocês possuem em perscrutar as veredas das letras nacionais em suas manifestações mais ufanistas do Romantismo, pelas vias das palavras ilustres do outrora vivo autor de Indianistas obras, José de Alencar, lançamos, em pdf, uma versão com glossário de Iracema.

(Em palavras mais simples: Lançamos uma versão de Iracema com glossário, a fim de facilitar a leitura dessa obra que à primeira, segunda e terceira vista pode parecer (e de fato é) complicada).